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SISTEMA NOVO
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EM FASE DE ACREDITAÇÃO ISO/ IEC 17.025

SERVIÇOS

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1) PCR (Polymerase Chain Reaction) e RT-PCR (reverse transcriptase):

A técnica de PCR, desenvolvida em 1985, consiste basicamente no reconhecimento e na amplificação repetitiva, por uma DNA polimerase termoestável, de um segmento de DNA, mediante sondas de oligonucleotídeos. No caso do material estudado ser RNA, é necessário que este sofra primeiro uma transcrição para cDNA, por enzima denominada transcriptase reversa, passando o teste a ser chamado de RT-PCR. Entre as inúmeras vantagens frente aos testes anteriormente citados encontram-se a alta especificidade, sensibilidade, versatilidade e rapidez. Além disso, a PCR permite detectar patógenos em lotes medicados, em diferentes fases da doença (latência a crônica), sendo possível a identificação dos agentes etiológicos independente de sua viabilidade.

2) RFLP (Restriction Fragments Length Polymorphism):

Técnica que permite identificar pequenas diferenças nos genomas dos patógenos, classificando os mesmos em grupos genômicos, e podendo inclusive em algumas situações, diferenciar infecção de vacinação. O teste consiste na digestão enzimática do produto amplificado de PCR de forma a gerar fragmentos de diferentes comprimentos que podem ser comparados com padrões pré-estabelecidos.

3) Real Time PCR:

Técnica com os mesmos princípios enzimáticas que os da PCR, mas que elimina as etapas de visualização do produto após sua amplificação, aumentando a praticidade e reduzindo o risco de contaminações (falsos positivos), já que não há a manipulação de produtos amplificados. Esta técnica permite maior automação dos procedimentos de análise, possibilitando a quantificação do agente a ser investigado.

4) Sequenciamento:

Existem várias técnicas de sequenciamento, ou leitura da sequência do genoma, sendo na rotina a mais utilizada a combinada com a técnica de PCR com métodos de terminação de cadeias utilizando dideoxinucleotídeos (ddNTPs). Ë uma técnica totalmente automatizada e que permite a classificação do patógeno quando outras não são capazes de discriminar precisamente o mesmo.
 

Bacteriologia:

Em geral, o diagnóstico bacteriológico segue os seguintes passos, que muitas vezes são combinados visando aumentar a sensibilidade ou reduzir o tempo para identificação do agente.

- VISUALIZAÇÃO DIRETA: os microorganismos são visualizados em preparações frescas, ou coradas, de tecidos, secreções, exudatos, conteúdo intestinal, entre outros.

- CULTURA (ISOLAMENTO): crescimento do microorganismo a partir das amostras clínicas, podendo ser em placas ou em caldo. Permite a visualização das colônias bacterianas, sendo a morfologia desta associada a visualização microscópica, um auxiliar na condução do diagnóstico.

- IDENTIFICAÇÃO BIOQUÍMICA: uma vez tendo a colônia isolada, o procedimento usual para identificação é a realização de provas bioquímicas específicas. Cada microorganismo produz alterações nos meios em que se desenvolvem, decorrentes das suas atividades metabólicas, apresentando características bioquímicas particulares e específicas. Estas provas são muito utilizadas como recurso auxiliar na identificação dos gêneros e espécies microbianas.

- ANTIBIOGRAMA: Determinação da sensibilidade de espécies bacterianas, após seu isolamento ou cultivo, a diferentes antimicrobianos.

- CONCENTRAÇÃO INIBITÓTIA MÍNIMA (MIC): A atividade antimicrobiana de um composto pode ser quantificada com base na determinação da concentração mínima do mesmo capaz de inibir o crescimento de um dado microorganismo, sendo este valor chamado de CIM (Concentração Inibitória Mínima), ou MIC ("Minimum Inhibitory Concentration") e determinado pelo método das diluições sucessivas.

Micologia (fungos e leveduras):

- PESQUISA DIRETA: Identificação microscópica do fungo e /ou levedura obtido diretamente do espécime clínico.

- CULTURA (ISOLAMENTO): Consiste na criação de condições adequadas para o crescimento de fungos e/ ou leveduras a partir de espécimes clínicas, sendo a análise microscópica auxiliar na determinação da espécie juntamente com características bioquímicas.

- ANTIFUNGIOGRAMA: Determinação da sensibilidade de espécies fúngicas, após seu isolamento ou cultivo, a diferentes antimicrobianos.

- IDENTIFICAÇÃO BIOQUÍMICA: uma vez tendo a colônia isolada, o procedimento usual para identificação é a realização de provas bioquímicas específicas. Cada microorganismo produz alterações nos meios em que se desenvolvem, decorrentes das suas atividades metabólicas, apresentando características bioquímicas particulares e específicas. Estas provas são muito utilizadas como recurso auxiliar na identificação dos gêneros e espécies microbianas.
 

1) ELISA (Enzyme linked immunosorbent assay)
Dentre as técnicas sorológicas, esta é a que tem sofrido maiores avanços tecnológicos nos últimos anos, tornando-se um procedimento laboratorial de escolha para a monitoria de anticorpos e antígenos em animais de produção e domésticos. A técnica é simples, específica, sensível, rápida e automatizada, permitindo trabalhar com uma grande quantidade de amostras ao mesmo tempo. ELISA é uma reação sorológica que se baseia no uso de antígenos e anticorpos marcados com enzimas, em que o complexo resultante possui atividade imunológica e enzimática. Existem diversas variações desta técnica, dependendo do objetivo do teste, sendo a maioria pertencente ao tipo ELISA indireto.

2) IDGA
Essa técnica permite identificar agentes infecciosos e anticorpos muito facilmente com reagentes de referência, pela visualização da precipitação decorrente da reação antígeno-anticorpo num meio de difusão semi-sólido.

3) IH (inibição da hemaglutinação):
Alguns patógenos possuem em sua superfície estruturas capazes de se combinar com receptores específicos presentes nas hemácias de determinadas espécies e produzir o fenômeno de hemaglutinação (HA). O método de IH mede os anticorpos que inibem este fenômeno de HA, sendo conveniente e econômico tanto para diagnóstico quanto para monitoramento de diversas enfermidades animais.

4) Fixação de Complemento:
Técnica utilizada para a caracterização de diversos patógenos e também para mensurar os níveis de anticorpos séricos. Baseia-se na ativação de um sistema complexo de proteínas séricas, denominadas de sistema de complemento, capazes de causar danos irreparáveis as membranas celulares.

5) Prova do antígeno acificado tamponado (ATT) ou Card Test
É uma prova complementar, de aglutinação rápida recomendada oficialmente pelo MAPA. É conhecida como "Rosa de Bengala", onde se usa um antígeno tamponado a um pH 3,65 e corado com o rosa de bengala, sendo uma prova mais sensível e de fácil execução, com menor quantidade de falsos positivos em comparação a outras provas sorológicas. Esse teste, deve ser feito em laboratório de referência credenciado pelo MAPA e pode ser utilizada para a triagem de animais.

6) SALT (soroaglutinação lenta em tubos):
Utilizado para a confirmação da positividade em amostras reagentes no teste de Soroaglutinação Rápida em Placas para Salmonella.

7) SAR (soroaglutinação rápida em placas)
Muito utilizado para a checagem de determinadas enfermidades em animais de produção, podendo ainda ser útil para a classificação sorológica de bactérias, como a Salmonella.

8) Teste do anel do leite
É uma prova rápida, muito utilizada em regiões produtoras de leite, para o monitoramento das condições sanitárias de propriedades certificadas e é para ser utilizada na localização de rebanhos potencialmente infectados.
Quando empregada em companhas de controle de Brucelose, esta prova deve ser acompanhada de uma prova de soroaglutinação.

9) Microaglutinação lenta: teste de aglutinação microscópica - padrão para diagnóstico da leptospirose.

10) RIFI (imunofluorescência indireta):
valioso instrumento auxiliar de diagnóstico que serve para detectar imunocomplexos in situ e/ ou circulantes.

11) Técnicas sorológicas para pesquisa do antígeno:
imunoensaio cromatográfico para a detecção qualitativa de anticorpos voltados para um ou mais patógenos, presentes no sangue total, soro ou plasma.
 

Hematologia
Tem como objetivo avaliar através da contagem das células do sangue, a resposta do organismo dos animais, frente às doenças, ajudando a determinar uma causa provável, mas principalmente apresentar um prognóstico em relação à capacidade de reação e resposta do paciente.

Bioquímica sérica:
Usando métodos enzimáticos cinéticos, para determinar a concentração sanguínea de compostos bioquímicos, com o objetivo de avaliar presença e grau de lesões teciduais, bem como medir a capacidade funcional e de regeneração destes mesmos tecidos.

Dosagens hormonais
Através da dosagem das concentrações séricas dos diversos hormônios, avaliar a capacidade funcional dos tecidos glandulares e do efeito desta função sobre os diversos tecidos.

Coagulometria
Avaliar a capacidade dos animais para com os processos de hemostasia, através da determinação dos fatores envolvidos nestes eventos.

Parasitológico
Determinar por métodos diversos, a presença e o grau de parasitismo dos animais, seja nas fezes, na pele ou no sangue.
 

Anatomo-patológico:
A necropsia é uma ferramenta fundamental para auxiliar na definição da suspeita clínica quando associada aos dados dos clínicos e epidemiológicos.

Imunoistoquímica:
A imunistoquímica se refere ao processo de localizer antígenos teciduais, explorando o princípio de ligação específica de antígenos a anticorpos, sendo de grande valor nos diagnósticos anátomo-patológicos e de diversas enfermidades. Atualmente há disponibilidade de um grande número de anticorpos para uso em tecidos fixados em formol e incluídos em blocos parafina, permitindo o estudo de blocos arquivados por longos períodos.

Histopatologia:
Determinação das lesões microscópicas encontradas num tecido de forma a auxiliar o diagnóstico associado aos achados anatomo-patológicos e dados epidemiológicos. Tem como objetivo avaliar a morfologia tecidual e sua disposição organizacional, buscando diagnosticar por meio da microscopia, lesões teciduais sejam elas neoplásicas, inflamatórias e outras. Pode-se ainda, via colorações especiais, identificar de forma geral alguns patógenos. O estudo da histopatologia permite rever conceitos morfológicos que estão estreitamente relacionados à etiologia e ao desenvolvimento da doença.

Citopatologia:
Tem como objetivo avaliar pela morfologia celular, lesões teciduais, diferenciando-as em processos inflamatórios e ou neoplásicos. Determinando quando possível o agente infeccioso, se houver ou, como no caso de processos tumorais, se este é de caráter benigno ou maligno. Tem como principal vantagem a rapidez na liberação dos resultados, quando comparado com os outros métodos de avaliação morfológica celular.


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